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20101224

EgoCrisis

Bem... quase a terminar o ano, aproveito para deixar uma dica como voto de boas festas:
Nem sempre o que é Nacional é Bom... mas se em 2011 fizermos um esforço para promover e "COMPRAR O QUE É NOSSO", pelo menos poderemos estar a contribuir para pontapear a crise, criando emprego em Portugal. Ainda por cima contribuiremos, pela proximidade, para um desenvolvimento mais sustentável do nosso planeta.
Dos políticos em geral... pouco mais poderemos esperar do que uma desconfiança acrescida.

20100608

Arredado dos dias que parece que passam

O quê?
Mesmo depois de tanto tempo da minha ausência por aqui o país ainda fala do mesmo? Fala-se do rating, do défice, dos "bruxelentos" Comissários que sabem mais de Portugal que os portugueses, do IRS, do IVA do VAI e VÊM da bolsa, do voto e do veto. De repente os assuntos esfumam-se na fumaça da dívida pública e parece que nada mais acontece.
Nada melhorará na economia se não houver tempo de repouso, de reflexão. Aumentar a produtividade é, também, encontrar tempo para repensar práticas, mudar hábitos e rotinas. E para tal, colocarmo-nos com um olhar de fora para dentro de nós.
Quebre-se o enguiço! Melhore-se a economia falando-se de férias, de verão, de descontracção.
Mesmo com o Sr. Presidente a dicotomizar tipologias de férias com o Ministro da Economia (que triste episódio... se se defendesse o produto nacional em todas as frentes, ainda teria o meu voto...).
Sim, melhore-se assim para renovarmos a criatividade!

Vamos por o país total de férias? Deixemos cá os governantes a resolver os buracos que foram cavando e cavemos nós para fora de tudo isto.
Veremos que voltaremos com outra anímica. E nem de vuvuzelas precisaremos para exortar a felicidade.

VAMOS POR A LÍNGUA DE FORA À CRISE!
Preparemos a partida para a aventura de verão! Façam-se férias cá dentro ou lá fora da razão.

20070613

EgoSenhorAlfama

Acabo de ouvir e ver na RTP uma das grandes patacoadas nacionais.
Afirma o Sr ensaiador/criador da marcha de Alfama, vencedora das marchas nas festas populares de Lisboa em 2007, qual a forma em conseguir tecidos mais baratos para vestir as peças dançantes do seu bairro.

À pergunta de Serenela Andrade de qual o seu truque para este feito, o senhor responde que os tecidos não foram comprados no comércio tradicional em Portugal... Graças a uns 'amigos' e 'contactos' que tem no Reino Unido, este senhor conseguiu importar os tecidos muito mais baratos!!!!

Será que este PATRIOTA de Alfama não consegue bons tecidos a preços em conta nas fábricas portuguesas, muitas delas em crise?

Grande patriota que nem sequer o emprego em Portugal defende! E se todos fizéssemos o mesmo em defesa das tradições portuguesas e não comparecêssemos ao desfile das marchas em Lisboa? Será que Alfama, ou qualquer outro bairro, ganharia alguma coisa?

E tem a certeza de que o tecido foi mesmo fabricado no Reino Unido, ou terá ido para lá de um miserável país anteriormente colonizado pelos britânicos que hoje pratica trabalho infantil e trabalho escravo? A fábrica do Reino Unido que tipo de trabalhadores empregará?

E não pensa este PATRIOTA de Alfama na poluição que provoca o transporte desses tecidos mais baratos? Não conhece, por certo nem interessado estará em conhecer, conceitos como ECOLOGIA, COMÉRCIO JUSTO...

Sr PATRIOTA de Alfama, reveja as suas teorias ou corre o risco de não deixar legado de tradições para o futuro do seu bairro.