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20180728

EgoGénero

As questões de género estão na ordem do dia. Assim pus-me para aqui a refletir (...) sobre o assunto e estava tentado a propôr que em português o masculino terminasse em O (meninO), feminino terminasse em A (meninA) e se crie o género neutro, uma letra algures a meio, como E (nomE). Mas de repente lembro-me do meu nome, Jaime, ou do nome Natividade... ou de se me levantar a questão de por que é que  FEMININO é uma palavra do género... masculino!!!! E é então que me dou conta de como é difícil comentar questões de género...

Poderíamos falar da língua alemã que tem género neutro. Mas de repente apercebo-me que Mädchen (rapariga) é de género neutro enquanto Junge (rapaz) é masculino!?!

Depois há outras coisas como  "quarto" que se em português é masculino em francês é... feminino!!! Porquê???

Terá a solidão tanto de feminino como o perdão de masculino?

Haverá explicação para tal diversidade??...

Vá... sintam-se livres para ensandecer em reflexões nas férias...

20100727

Egocaloraça!

Em tempo de férias para muitos de nós eis que chega a onda de calor!
Muitos mitos há sobre as origens deste calor fora de comum: protuberâncias solares, inclinação do eixo da terra e o papão do aquecimento global provocado pela acção da humanidade no planeta.
Deixo duas hiperligações para, em tempo de alguma pausa, ler e reflectir:
a) Revista New Scientist (com tradução digital em português; pode reverter para inglês)
b) Recursos para o ensino básico e secundário (em inglês).

Aproveitemos a onda de calor e refresquemo-nos nos 'charcos', linhas de água, mares, praias, piscinas ou qualquer outra 'maré' refrescante perto de nós... Mas não deixem de experimentar as praias fluviais que têm óptimas condições para o lazer. Ora veja AQUI algumas recomendadas.

E pronto... Boas férias a quem ainda tem pachorra de ler este blogue.

20100608

Arredado dos dias que parece que passam

O quê?
Mesmo depois de tanto tempo da minha ausência por aqui o país ainda fala do mesmo? Fala-se do rating, do défice, dos "bruxelentos" Comissários que sabem mais de Portugal que os portugueses, do IRS, do IVA do VAI e VÊM da bolsa, do voto e do veto. De repente os assuntos esfumam-se na fumaça da dívida pública e parece que nada mais acontece.
Nada melhorará na economia se não houver tempo de repouso, de reflexão. Aumentar a produtividade é, também, encontrar tempo para repensar práticas, mudar hábitos e rotinas. E para tal, colocarmo-nos com um olhar de fora para dentro de nós.
Quebre-se o enguiço! Melhore-se a economia falando-se de férias, de verão, de descontracção.
Mesmo com o Sr. Presidente a dicotomizar tipologias de férias com o Ministro da Economia (que triste episódio... se se defendesse o produto nacional em todas as frentes, ainda teria o meu voto...).
Sim, melhore-se assim para renovarmos a criatividade!

Vamos por o país total de férias? Deixemos cá os governantes a resolver os buracos que foram cavando e cavemos nós para fora de tudo isto.
Veremos que voltaremos com outra anímica. E nem de vuvuzelas precisaremos para exortar a felicidade.

VAMOS POR A LÍNGUA DE FORA À CRISE!
Preparemos a partida para a aventura de verão! Façam-se férias cá dentro ou lá fora da razão.

20070708

Aguardando a volta da setembrada!

Eis um poema que, considero, ser uma extraordinária forma de contemplar as férias.
Obrigado, Fernando Pessoa (Cancioneiro).

Análise

Tão abstracta é a ideia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica melhor em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longamente,
E a ideia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho,
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto sendo.