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20160302

Tecgonologia

Não há forma de evitar? Então aprenda a orientar.

Alguns princípios para ajudar os seus filhos a partilhar momentos, seguros, nas redes sociais.

Leia mais em SeguraNet.

20160214

Namoro às redes sociais

As redes sociais não deixam de ser, verdadeiramente, mais uma tormenta para os pais dos nossos dias. Os seus filhos são assediados inúmeras vezes pela pressão plubicitária, pelo apelo constante ao seu uso nos programas televisivos (ou videovistos) que lhes são referência, ou, mesmo, pelo grupo de amigos reais que pressionam os jovens de hoje.

A minha sugestão passa por colocar os jovens com idade legal para usarem um determinado tipo de rede social (ex.: facebook) numa formação onde, pelo menos:
a) aprendam a conhecer o menu de definições dessa(s) rede(s) socia/l/is e a reconhecer a sua imprescindível importância;
b) saibam colocar todas as opções de cariz público em privado de onde devem partir para a criação do seu perfil na rede;
c) lhes seja evidenciado os perigos de terem as suas geolocalizações ativas;
d) demonstrar-lhes o que se pode decalcar e falsificar com o perfil e conteúdos publicados;
e) por último, confrontá-los perante situações de perdas de identidade reais.

Penso que sem uma verdadeira aprendizagem de controlo e apropriação dos conhecimentos sobre, pelo menos, estes fatores que enunciei de nada servirá falarmos destes riscos aos jovens de hoje porque, faz parte da adolescência, um certo tipo de egocentrismo e de crença sobre os superpoderes que se adquirem nessas idades perante o mundo que os rodeia...

Depois, deixem-nos viver fazendo as suas escolhas na consciência de coexistirem com os perigos que lhes atentam os caminhos.
JS160214

20150702

EgoBanco Central

Nem a o diretório Europeu pode vexar pelo poder monetário as democracias que são compromissos dos seus povos,
nem a Grécia pode evocar como direito ser a Mãe da Democracia.

O referendo de Domingo na Grécia é uma prova de que os povos, em democracia, devem contribuir para as decisões do seu futuro.

O eurogrupo não deve tomar decisões que ultrapassem a vontade dos cidadãos que direta ou indiretamente os colocam no centro do poder.

Apenas uma nota sobre o respeito de uns povos da Europa pelos outros: Por que chamam aos países do sul PIGS (Portugal, Itália, Grécia e ESpanha) e não outra sigla, como por exemplo PSIG (pela ordem de Oeste para Este) ou GISP (Este para Oeste). E porque foi tirada a França do sul?

Parece-me que daqui se denota já uma depreciação de certos países por outros e do esmagamento de umas culturas em detrimento de outras.

20120603

f-EGO-citar



Como podemos nós levantar a cabeça perante o sequestro a que estamos sujeitos dos poderes de quem na sombra verdadeiramente 'governa'... 
Como poderemos aceitar que um secretismo curriculado seja conselheiro de privatizações nacionais e opine que os portugueses têm de auferir salários mais baixos... 
Sim, concordarei, se falarmos do salário de A.B. "G. Sachs" e seus pares, dos gestores e administradores coveiros da nossa economia EP, dos perpétuos arrogantes senhores 'secretos' julgados 'iluminados' que acham que são donos das decisões de todos, logo democratas de antigo regime. 
Sim, concordarei se falarmos dos auferidos da gestão bancária em que se dão bónus de gestão aos que conseguirem dar saúde monetária no esbate de prejuízos, decidindo ao mesmo tempo a imposição de taxas cabalísticas impostas unilateralmente, nem que para isso o país fique doente nas pessoas que nele vivem... 
Assim vamos construindo um país que à beira mar vai... morrendo...
Um país com génios geridos por 'iliterados' funcionais...


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/trabalho-de-antonio-borges-no-goldman-sachs-e-um-misterio-diz-jornalista=f730476#ixzz1wlX7YWDJ

20120511

O conceito e a marca...

Terminou o 1.º debate quinzenal de Maio/2012 com o sr 1.º Ministro.
Tema: Previsões da Comissão Europeia.

Depois das 11h o assunto mais fixado pelo comentário dos jornalistas era do tipo:

- O sr. 1.º ministro recorreu ao iPad do secretario de estado Carlos Moedas para...

Deixou de ter quase interesse que apontamentos o sr. 1.º ministro estava a consultar; nem sequer o conceito do objeto de consulta foi importante (apontamentos ou dados do secretário de estado, por exemplo).
O que realmente e deveras se tornou importante foi o 'elitismo' da marca iPad como se no mundo as marcas fossem norma e não o conceito de funcionalidade de um objeto.

Vivemos  mesmo tempos em que o indivíduo se sobrepõe ao coletivo; em que o capital se sobrepõe ao social; em que a marca se sobrepõe à prestação de um serviço...

20120220

Isenção?... Independência?....

É estranho como funciona o nosso país...
Olhamos para a reportagem sobre E. Catroga (jornal Público - P2, Seg.feira, 20/2) e vemos um trabalhador que se adaptou aos tempos, governos... e até soube sair da ribalta quando jáse sentia um cheirinho ao cargo EDP.
No entanto o curioso nesta história é a ajuda dum 'amigo': João Dotti.
Veja-se só: quando (é o artigo que o diz...) Dotti teve dificuldades na vida, Catroga, na FISIPE, sugere que alugue a casa de família pois a FISIPE emprestar-lhe-ia uma casa para viver. Ainda hoje (30 anos depois...) mora nessa casa! E tal é considerado um grau de independência de Catroga!!
Será que não houve outros trabalhadores em dificuldades para Catroga ajudar?
Por que teria Catroga ajudado este amigo?
Dotti é CEO da FISIPE... haverá aqui matéria para um furo jornalístico?
Será Catroga pessoa justa e independente?

Eis o esturro de Portugal.

20110406

EgOrçamentos

Afinal as piores práticas orçamentais de Portugal são aprendidas em Bruxelas...
Vejamos a intervenção de Miguel Portas que não passa nos noticiários portugueses:


Cada vez mais há espaço para ouvir os "Homens da Luta"... 

20061211

EgoSport

Pergunto-me como é possível!
As caras que eu vejo na TV que misturam a mais alta política com o futebol profissional.
Só assim de repente lembro-me dos seguintes senhores que dão a cara, dirigem ou dirigiram a alto nível o clubismo nacional:
Valentim Loureiro, Santana Lopes, Ribeiro e Castro, Sílvio Servan, Bagão Félix, Gilberto Madaíl, Hugo Velosa, Horácio Antunes, José Lello, Fernando Seara, Avelino Ferreira Torres, Fátima Felgueiras, etc... etc...
Não questiono a seriedade destas pessoas, mas por que será que em sede de justiça o futebol passa ao lado? Será assim também no processo "apito dourado"?
Espero que não para bem dos nomes citados que defendem a seriedade nas actividades desportivas.
Ah, já agora: por que não se vê o tempo de antena que estes senhores dedicam à bola em paridade com o tempo que se deve dedicar à educação, ciência, cultura e emprego? Só por exemplo...